A CASA      |      PROGRAMAÇÃO      |      EDUCATIVO      |      CURSOS      |     EVENTOS      |    CONTATO












Av. Professor Fonseca Rodrigues, 1300
Alto de Pinheiros – São Paulo

Aberta ao público de terça a sexta, das 11h às 19h
Sábado e domingo das 10h às 18h

contato@ccparque.com
Tel. (11) 3811-9264

Como um fórum de conhecimento, a Casa de Cultura do Parque oferece oportunidades de aprendizado e vivências criativas que transcendem fronteiras disciplinares e valorizam a expressão da experiência cultural.

 

A Casa nasceu com o propósito de inspirar, cultivar e promover diálogos construtivos e intercâmbio de ideias. Suas atividades giram em torno de cursos e oficinas; exposições de arte, ciclos de debates e palestras; encontros de música, cinema e literatura que procuram conectar pessoas à reflexão e à criatividade.
 




Ao inspirar, cultivar e promover o diálogo construtivo e o intercâmbio de ideias, nossa programação cultural busca conectar as pessoas à criatividade, valorizando a expressão de nossa experiência e condição humana.

Em seu conjunto, a programação evidencia os aspectos que fazem da Casa de Cultura do Parque um espaço singular no contexto da cidade de São Paulo. A partir da relação espacial com o parque e seu entorno, a Casa propõe-se como um espaço de investigação e exercício da subjetividade, por meio da arte e do conhecimento.
 EM CARTAZ
 

O neologismo que dá título à exposição evoca a ideia de primeiro, de matriz, do livro que é anterior aos demais. E é este o ponto de partida para os estudos da artista Edith Derdyk em torno do imaginário que cerca as origens do livro, manuscrito ou impresso, em seu percurso no tempo. "O livro é parte fundante da construção do conhecimento, tanto do imaginário quanto das vontades de futuro. Somos seres de linguagem e remontar as nossas origens, além de ser um fundamento poético, traduz um ato político", explica a artista.

A mostra, que tem texto de apresentação do artista Fabio Morais, ocupa as duas salas do espaço expositivo da Casa de Cultura do Parque e fica em cartaz até 13 de outubro. É um convite de Derdyk a uma experiência imersiva, cuja ideia é oferecer ao visitante a possibilidade de adentrar nas páginas de um grande livro aberto. Através do desmembramento de cada parte - capa, contracapa, orelha, miolo, folha, página, índice, costura, vinco, furo, dobra e cola -, a exposição contempla a sintaxe, a gramática, a arquitetura do livro e suas temporalidades.

"Quando alguém concebe uma obra imaterial cuja materialização é livro – um texto, por exemplo – esse processo funde-se à cadeia de produção [...]. Ao desmontar livros e arranjar seus fragmentos em mecanismos sem funcionamento livresco, Edith aciona um funcionamento fabulatório e visual, subvertendo com singularidade a padronizada cadeia de produção gráfica", comenta Morais.

Protolivro é dividida em dois núcleos, denominados pela artista como Sala Escura e Sala Clara. A primeira é composta de resíduos, fragmentos e componentes que evidenciam as memórias do livro, elementos que evocam a ideia de passado.

Aqui, Edith usa livros antigos, objetos marcados pelo tempo, com manchas, vestígios, fungos e mofos, a exemplo da obra Indícios (2019), instalação de nove metros, formada por pedaços de livros desmembrados e estendidos na parede.

Ainda na Sala Escura, em Tábula Rasa (2017/2019), a artista convoca as primeiras narrativas acerca do Mito da Criação. Trata-se de uma obra que reúne, lado a lado, 40 imagens impressas, resultado de sobreposições de registros da primeira página do Gênesis. A artista pesquisou livros em sebos com diferentes edições, línguas e formatos da Bíblia. Manchas escuras tomam as páginas, provocando uma certa ilegibilidade e aludindo a uma espécie de "arqueologia ao avesso", segundo as palavras da artista.

A Sala Clara propõe uma experiência imersiva, reunindo obras construídas in loco com folhas de papel em branco, linha preta, agulhas, pregos enferrujados e carvão. "O papel em branco abre precedente para o desejo de futuro, um chamado por um livro que está por vir", reflete a artista.

E o futuro vem com um respiro. Em contraposição aos elementos densos da Sala Escura, carregados de vestígios do passado, Edith oferece ao público um momento de leveza. É o que ela faz em Pulmão (2019), instalação em que usa linhas e agulhas para criar uma espécie de escrita suspensa, aérea.

A trajetória de Edith Derdyk está presente sob vários ângulos na exposição Protolivro. E nada é por acaso, uma vez que a artista também é escritora, educadora e ilustradora.

Durante o período expositivo, a Casa de Cultura do Parque promove atividades paralelas à mostra.

© Denise Adams

Linhas de horizonte:
a escrita de uma paisagem

Curso com Edith Derdyk

15, 19, 22, 26 de setembro
[quatro encontros de 3 horas]

Bookscapes: um milhão de chamas

Performance visual
Edith Derdyk e Rodrigo Gontijo 
Participação especial
João Taubkin

5 e 6 de outubro,

sábado e domingo, 18h

EM CARTAZ

Os escultores contemporâneos têm se apropriado das mais diversas práticas escultóricas para representar tanto figuras humanas, quanto formas geométricas. Do conjunto diversificado de práticas, coloca-se em dúvida a validade atual do termo “escultura”, ao se preferir a noção mais ampla de “tridimensional”. Essa é a reflexão proposta pela exposição Do volume e do espaço: modos de fazer, coletiva em cartaz até 13 de outubro.

A mostra tem texto de apresentação de Ana Avelar e reúne trabalhos dos artistas Alexandre da Cunha, Claudio Cretti, Edgar de Souza, Eduardo Frota, Felipe Cohen, Flávio Cerqueira, Ivens Machado, José Rezende, Laura Vinci, Nino Cais, Pablo Reinoso, Ricardo Becker, Rodrigo Cardoso e Tatiana Blass.

Dois eixos centrais dividem os trabalhos expostos. O primeiro, endereçado à figura humana, indica a história tradicional da escultura, com o corpo aparecendo em diversas escalas ou fragmentos, ora como metáfora para uma conduta moral e ética, ora para fins religiosos ou místicos.

“As atuais poéticas do corpo debatem politicamente convenções sociais, culturais e sexuais. Se artisticamente o corpo humano serviu, ao longo do tempo, como suporte de nossa relação com o mundo, uma relação física que diz respeito também à nossa compreensão desse mundo, o que pensar sobre corpos que não se completam ou que não seguem proporções exemplares?”, provoca Ana Avelar.

A geometria, elemento que unifica o segundo eixo da exposição, não aparece mais oposta à realidade do corpo, mas sim conjugada a ele. O Minimalismo, marco da arte contemporânea, rompe com o gesto heroico do artista sobre o material e revela a experiência do corpo do indivíduo em contraponto aos objetos sem detalhes, ordenados em série, dentro de uma lógica evidente e simples. “É o corpo que experimenta a geometria, é ele quem a produz”, explica a curadora.

 Edgar de Souza, Autofagia, 2012 © Paulo D'Alessandro e André Conti
O núcleo educativo da Casa de Cultura do Parque promove uma série de atividades contínuas de expansão e desenvolvimento, tais como ciclos de debates, encontros literários, oficinas, cineclube e rodas de conversa com artistas, escritores e outros especialistas de distintas de áreas de conhecimento e saberes. 

A proposta é estimular reflexões sobre as etapas do fazer, aprender e apreender e despertar o senso crítico e estético nos públicos, oferecendo opções para públicos de todas as idades por meio de sua equipe fixa de arte-educadores.






Para fazer pensar com a cabeça e o corpo inteiro, ao combinar técnicas artesanais, saberes tradicionais e abordagens inovadoras sobre a experiência artística, pessoas de todas as idades podem participar das oficinas. 

Qualquer pessoa pode participar, basta ter interesse em desenvolver trabalhos manuais e intelectuais. Confira a programação de setembro:

 Oficina de escultura

TODOS OS SÁBADOS • DAS 11H ÀS 13H
GRATUITO • PARA TODAS AS IDADES

Com material simples e acessível, o núcleo educativo oferece uma atividade de construção de objetos tridimensionais, a partir da visita à exposição “Do volume e do espaço; modos de fazer”, com obras de 14 artistas contemporâneos.  Confirme sua participação pelo email educativo@ccparque.com 

Oficina de colagem

TODOS OS DOMINGOS • DAS 11H ÀS 13H
GRATUITO • PARA TODAS AS IDADES

Após leitura dos mais variados poetas, a atividade convida o público a forjar ludicamente palavra e imagem, vinculando literatura e artes visuais como forma de fomentar e promover a liberdade crítica e a imaginação. Turmas de 5 a 15 participantes. Confirme sua participação pelo email educativo@ccparque.com 

 




A Casa de Cultura do Parque oferece uma nova programação que investiga temáticas da arte. Com curadoria do artista e educador Claudio Cretti, a proposta dos cursos é combinar saberes tradicionais, tecnologias contemporâneas e abordagens inovadoras realizando um diálogo entre a arte e seus campos vizinhos. Voltados a estudantes, artistas em formação, professores, educadores, pesquisadores e interessados em geral, oferecem oportunidades para quem busca trabalhos que despertem reflexão e expandam repertório.

Melodia e acompanhamento: uma história
Com Dante Pignatari

Carga horária  25h (10 encontros - 2h30 cada)
Quartas da 19h às 21h30 (4, 11, 18, 25 de setembro e 2, 9, 16, 23, 30 de outubro e 6 de novembro)

O curso é uma visita guiada pela música ocidental, a partir de seus primórdios na Grécia antiga e o estabelecimento de um corpo teórico-matemático da linguagem musical. O fio condutor é a escrita musical desenvolvida desde a Idade Média. A ideia principal é explorar a escrita musical como ferramenta técnico-analítica fundamental que leve a uma escuta aprofundada e informada.

Livro é obra
Com Fabio Morais

Carga horária:  12h (4 encontros, 3h cada)
Segundas das 19h às 22h (7, 14, 21, 28 de outubro)


O curso tem como foco apontar o livro como mais uma linguagem a ser explorada nas artes visuais. Com a natureza específica de objeto editorial, o curso também aborda como o livro insere-se no contexto e circuito de arte, tangenciando questões formais da materialidade, da temporalidade, da narrativa e contextuais como as políticas de circulação e exibição que interseccionam a prática expositiva e a prática editorial.

Linhas do horizonte: a escrita de uma paisagem
Com Edith Derdyk

Terças das 19 às 22h (15 e 22 de outubro)
Sábados das 10 às 13h (19 e 26 de outubro)

 

A partir da experiência de percorrer fisicamente os espaços – sejam eles públicos, privados, urbanos, rurais – foi adotado o enunciado "caminhar como prática estética", prática esta que serviu como fundamento para a produção de muitos artistas e coletivos dentro do cenário da arte contemporânea. No curso, serão investigados os modos de captar, registrar, se apropriar, interpretar e ressignificar, poeticamente, a relação entre o corpo, o olhar e o espaço para inventar paisagens. 

Diálogos com a paisagem
Com Laura Belém

Carga horária:  21h (7 encontros, 3h cada)
Quintas das 14h30 às 17h30 (10, 17, 24 e 31 de outubro, e 7, 14 e 21 de novembro)


A oficina tem por objetivo apresentar um recorte de trabalhos nos campos da instalação e da escultura contemporânea, com o foco na produção recente que dialoga com a paisagem, a natureza ou o meio-ambiente. Além do escopo teórico, a oficina contempla uma parte prática, onde os participantes serão encorajados a criar e apresentar seus próprios projetos ou trabalhos, em diálogo com o tema da oficina.

Arquitetura moderna no Brasil
Com Rodrigo Queiroz

Carga horária:  12h (8 encontros teóricos e + 2 saídas de campo, 2h cada)
Quintas das 19h às 21h (7, 14, 21 e 28 de novembro)


Em aulas expositivas e visitas a prédios icônicos de São Paulo (aos sábados), o curso repassa a história da arquitetura brasileira nos séculos 20 e 21, com ênfase nas relações entre forma e cultura, discutidas a partir da obra e do pensamento de Lucio Costa, Paulo Mendes da Rocha, Oscar Niemeyer, Lina Bo Bardi e Affonso Eduardo Reidy.

A paisagem na arte
Com Thiago Bortolozzo

Carga horária:  8h (4 encontros, 2h cada)
Sábados das 10h às 12h (9, 16, 23 e 30 de novembro)


Com aulas teóricas e práticas, o curso pretende analisar e revistar movimentos artísticos do século XIX ao século XXI, a partir do acervo de museus europeus e brasileiros, além do estudo de textos que ofereçam ferramentas para o compreender conceitos relevantes sobre a paisagem. Serão realizados exercícios de desenho, pintura e atividades de aproximação artística direcionadas à instalação, e intervenção.

Para viabilizar as atividades artísticas e culturais, a Casa disponibiliza seus espaços, como apoio cultural, para eventos corporativos e sociais de baixo impacto.

Planejada para ser um centro cultural e de encontros, os 1500 m² deste espaço foram reformados e ganharam uma arquitetura contemporânea para promover encontros e eventos no arborizado bairro do Alto de Pinheiros, em São Paulo.

Galeria para exposições, duas salas com varandas internas e jardins, sala para conferências, ambiente para jantar com mirante e um deck de 280 m² com vista privilegiada para o Parque Villa-Lobos.

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A Casa de Cultura do Parque é um espaço plural do diálogo contemporâneo que promove uma gama de atividades culturais e educativas. Para viabilizar esta programação, a Casa disponibiliza - como apoio cultural - a cessão de seus espaços exclusivos para atividades sociais e corporativas.

Infraestrutura existente 

• Hall de entrada, foyer e toaletes para cada um dos
espaços utilizados 
• Copa e cozinha de apoio 
• Sistema de som ambiente e projeção completos 
• Proteção acústica dos ambientes 
• Sistema de ar condicionado central 
• Ligação direta para gerador de energia
• Acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida

Serviços inclusos na cessão do espaço

Exposições de arte permanentes e temporárias
Segurança patrimonial da casa
Limpeza básica 
Mobiliário básico 
WI-FI

Serviços não inclusos na cessão do espaço
Contamos com parceiros credenciados

Mobiliário, decoração e cenografia
Produtor para montagem e desmontagem
Equipe de recepção, segurança, limpeza e bombeiros
Serviço de manobrista
Equipamentos audiovisuais
Serviços de catering e buffet 
Locação de gerador
Internet dedicada

Para mais informações sobre a cessão dos espaços para encontros corporativos e sociais,
entre em contato com a Casa



Uma das melhores opções de lazer ao ar livre da cidade, a ideia de criar o Parque Villa-Lobos surgiu no ano de 1987, e nele homenagear o compositor Heitor Villa-Lobos.  

Hoje, é um parques mais visitados da cidade, recebendo cerca de 8 mil pessoas durante a semana, 20 mil aos finais de semana e 30 mil nos feriados. Abrange uma área de 732 mil metros, com ciclovias, quadras, campos de futebol, playground, orquidário, bosque com espécies nativas e a renomada biblioteca Villa-Lobos.

A escolha do local para receber a Casa de Cultura do Parque não foi por acaso, foi considerada como um norte por reforçar a conexão de nossas premissas com o lazer e o entretenimento, a natureza e o bem-estar, e a oportunidade do encontro e do convívio que resgatam o sentimento de comunidade.













Localizada em frente ao Parque Villa-Lobos, no Alto de Pinheiros, a Casa de Cultura do Parque tem 1,5 mil m2, distribuídos em múltiplos espaços: galeria de arte, áreas de convivência e amplos jardins internos e externos. Conta com fácil acesso pela Marginal Pinheiros e avenidas Heitor Penteado, Cerro Corrá, Brigadeiro Faria Lima e Pedroso de Morais.

Av. Professor Fonseca Rodrigues, 1300
Alto de Pinheiros – São Paulo

Aberta ao público de terça a sexta, das 11h às 19h
Sábado e domingo das 10h às 18h

contato@ccparque.com
Tel. (11) 3811-9264
Entre em contato com a Casa












COMO CHEGAR
A Casa de Cultura do Parque fica em frente ao Parque Villa-Lobos, em São Paulo.  

ÔNIBUS
958P-10 (Itaim Bibi – Jd. Nardini) e 957T-10 (Itaim Bibi – Cohab Taipas) – as duas linhas passam no Largo da Batata/Metrô Faria Lima.

METRÔ
Linha Amarela
Descer na estação Faria Lima e pegar ônibus da linha 875C-1 Terminal Lapa.

CPTM
Estação Villa-Lobos Jaguaré, atravessando o Parque Villa-Lobos a pé (cerca de 30 minutos)

De bicicleta
É possível chegar à Casa do Parque pela ciclovia que integra as avenidas Faria Lima--Pedroso de Morais--Professor Fonseca Rodrigues, que passa em frente ao portão de entrada.

De táxi/aplicativos
Digite <<Casa de Cultura do Parque>> no campo de destino do seu aplicativo preferido.

Não temos estacionamento